Coisas que tenho feito ultimamente (além de surtar mentalmente):
- Abrir o youtube e colocar playlists comfys para trabalhar.
- Separar roupas e sapatos que não uso mais para vender, doar ou jogar fora
- Comprar peças novas para repor as que vendi, doei ou joguei fora (ciclos, afinal).
- Uma segunda chance, da Colleen Hoover. Comecei a ler depois que assisti o filme, por recomendação da minha irmã.
- Depois de finalizar as duas temporadas de "cães de caça" (fiz o primeiro post no outro blog sobre ele, se quiser ler, é esse o link), começamos "um bom garoto" por causa dos atores do dorama anterior. Ainda estamos no segundo episódio, então ainda é cedo para fazer um review.
- Além das playlists do youtube, "Arirang" do BTS. Minhas faixas preferidas são "Swin" (todo mundo já conhece), "Normal" e "Like Animals". Ah, também tenho ouvido bastante as músicas do Rain.
Check list dos últimos dias
27 de maio de 2026
Já começo o post dizendo que nos últimos dias eu tô bem xoxa capenga, então por favor, desconsidere as poucas palavras nesse resumo do mês. Não que março tenha sido um mês ruim, pelo contrário. É só minha vibe que não tá prestando mesmo.
Eu sinto que eu sempre estou pendendo entre dois lado]s completamente opostos. Às vezes eu sinto que o mundo é um lugar que vale a pena estar e às vezes fico me perguntando se tem sentido fazer qualquer coisa que seja. Tem dias que o lado brilhante e radiante vence, mas quase sempre eu fico com vontade de não fazer absolutamente nada que não seja além das minhas obrigações - e me sinto péssima por isso.
Bom, mas vamos ao resumo de março.
| Pipoquinha gourmet |
| Uno com a família |
Meu primo veio tirar umas férias do Japão e foi embora no comecinho do mês. Enquanto ele esteve aqui passemos pela liberdade, fizemos pães caseiros e nos reunimos com a família. Antes dele ir embora, passamos um sábado jogando uno, dando risadas e conversando.
| Spike e o seu esconderijo quase secreto |
| Sagu de manga |
| Zorinho muito fofo |
Teve um domingo que tivemos que ir às pressas na Liberdade para procurar uma camiseta para a Harumi usar no evento da escola. Aproveitei que passei por lá e comprei uns docinhos e essa bebida de lichia. Já tinha provado o de pêssego e o de blueberry. Difícil escolher qual eu gostei mais.
| Precisava de um livro em inglês com capa de camurça? Não. Mas comprei mesmo assim |
| E se eu disser que essa foto fez umas duas pessoas acharem que eu estava grávida... |
| Niver do Theo :) |
O último domingo de março foi o mais agitado. Primeiro fomos no aniversário do filho da minha amiga de infância (são mais de 20 anos de amizade!) e depois fomos no chá de bebê do primo do Tiago :)
E esses foram os registros de março, todas as fotos desse post foram editadas com o filtro da Clau. Sou completamente viciada nele, rs.
Desejo que Abril seja um bom mês para todas nós ♡
Life Diary #11 | Um resumo bem resuminho
13 de abril de 2026
Já estamos em março e eu nem acredito que já estou beirando os 35 anos. Tipo, não era ontem que eu ainda tinha 20 e poucos anos? 😝
Estava conversando com minha prima que vai fazer 23 agora em março também e fiquei refletindo, os meus 23 foram há 12 anos atrás. 12 anos. É toda a vida da Harumi e mais um ano.
Embora eu ainda fique espantada com a velocidade que o tempo está passando, eu estou perfeitamente bem onde estou. Quero dizer, ainda há muitas coisas que quero (e vou - lembrando do poder que a palavra tem) realizar, dizer que estou bem não quer dizer que estou acomodada, é mais com relação ao fato de que não tenho mais aquele pensamento de "se eu pudesse voltar no tempo", sabe? COM EXCEÇÃO de que se pudesse voltar no tempo, teria ido no show do One Direction quando eles vieram pro Brasil, se eu soubesse que eles iriam se separar e eu não teria mais a chance de cantar todas as minhas músicas preferidas ao vivo 😭 Esse será para sempre o meu maior arrependimento.
Fevereiro não teve muitos passeios, foi um mês bem tranquilo por aqui. Não emendei no feriado de carnaval, então o jeito foi ficar em casa mesmo. E, estando em casa, o jeito foi limpar os matos que estavam crescendo na frente de casa (mas antes o Nick resolveu deitar neles)
| pãozinho de leite caseiro |
| Aniversário tio Rafa e tio Fábio |
E a maior novidade de fevereiro é que ganhamos um novo integrante na família. Totalmente inesperado, rs. Esse fiapinho de manga apareceu perdido e nos adotou, literalmente. Desde então eu brinco que estou em um relacionamento tóxico, pois onde vou, ele vai atrás e se eu saio de perto para dar atenção para os outros pets, ele se acaba de chorar. Ah, ele se chama Spike e foi a Harumi que escolheu esse nome pra ele. O que acharam? (eu acho que ele tem cara de Banzé, hahah).
Desejo que março seja um lindo mês para mim e para vocês.
❀
Life Diary #10 | Adeus Fevereiro, olá Março
5 de março de 2026
Eu não me lembro de nenhuma fase minha em que a música não estivesse presente. Quer dizer, desde quando passei a ouvir músicas por vontade própria, sabe? Em várias fases da minha vida, sempre houve uma canção que definia exatamente como eu me sentia naquele momento. Teve a fase "Sandy e Junior" (que acredito que tenha sido a trilha sonora da infância/adolescência para quase todo mundo que tem a mesma idade que eu), tive a fase em que me achava "roqueira" e minha maior referência era a Avril Lavigne (o look de sempre era o all star preto todo rabiscado, camiseta de banda com uma letra de música nas costas e as correntinhas penduradas na calça - sério, queria ter tirado fotos dessa época). Depois, entrei na era das boybands e conheci duas que são minhas bandas de conforto até hoje. Inclusive, já fiz um post falando sobre uma delas aqui (mas tudo bem se você não quiser ler, vou falar aqui que uma delas é o McFly e a outra, mesmo que não seja mais um grupo hoje em dia e se tornou um tópico sensível pois o meu preferido morreu, é o One Direction).
Hoje, aos 34 anos de idade, acho que não tem um estilo musical único que me defina. Eu continuo ouvindo todas essas anteriores que eu citei e o acréscimo à lista seria o K-pop. De verdade, se abrirem meu spotify agora vão achar Stray Kids, Taylor Swift, músicas dos anos 80, Sandy e Junior, Jisoo, Linkin Park, enfim, bem aleatório.
Mas voltando ao tópico que dá título ao post de hoje, que é sobre o que eu quero realmente falar, tem uma música da Taylor que eu gosto bastante que diz:
"Who could ever leave me, darling?
But who could stay?"
E ouvindo essa música muitas e muitas vezes, eu descobri que me identifico com ela porque eu percebi que não deve ser fácil me amar. E eu digo em todos os sentidos, não somente o romântico.
Eu sou orgulhosa. Eu sou dramática e melancólica. Eu não sou de falar quando alguma coisa me magoa, porque eu prefiro não incomodar com os meus dramas. Eu sinto tudo com tanta intensidade que às vezes fico paranóica. E muitas vezes eu acabo me afastando das pessoas porque acho que elas estão muito ocupadas com seus próprios problemas para ver algo totalmente irrelevante que eu fiz/vi/ouvi. Quantas e quantas vezes tirei uma foto ou vi um post e pensei em compartilhar com alguém, mas ai logo depois apaguei a mensagem e pensei: "que bobagem, porque fazer alguém perder o tempo com isso?". Eu sei, mas é muito mais forte do que eu. E eu também sei que talvez devesse fazer terapia, mas adivinha só? Não quero fazer uma psicóloga perder o tempo dela com isso - quando pode estar ajudando alguém com traumas de verdade, sabe?
Bom, mas para finalizar essa minha pequena reflexão/desabafo, fiquem com essa música linda:
Obrigada por ler e ficar até o final ♥
Who could stay?
17 de fevereiro de 2026
Pois é, queridas leitoras desse abandonado blog, não fiz uma retrospectiva digna em dezembro de 2025 e tampouco dei as caras por aqui em Janeiro (o que na verdade é zero novidades essas minhas ausências, não é mesmo?). Mas vamos fingir naturalidade com esse meu post só agora no comecinho de fevereiro, tá bom?
Tive que rever aqui qual foi o meu último post, e confesso que também tive que recorrer às minhas redes sociais e a galeria do meu celular para tentar relembrar o que aconteceu desde setembro pra cá.
O último trimestre de dezembro foi um pouco triste pra mim. Perdi meu cachorro em outubro, minha avó paterna adoeceu e em dezembro também tive que me despedir dela. O luto, seja por um bichinho de estimação ou por alguém da nossa família pode ter pesos diferentes para pessoas diferentes, mas se você perguntar para mim, eu vou dizer que doeu igualmente perder os dois. Talvez porque eu sinta um misto de culpa e saudade, não sei dizer. Eu queria ter feito mais, mas não sei exatamente o quê eu poderia ter feito.
| O jardim da Ba... Ninguém mais vai cuidar das florzinhas dela... |
Mas... A vida seguiu o seu curso normal. É estranho dizer isso, mas todos nós tivemos que continuar. É como aquele meme em que alguém quer só sentar no cantinho e chorar, mas não pode porque tem filhos pra criar, casa para organizar, trabalho para executar. Vida adulta que chama, né?
| Dias ensolarados (porém pegamos chuva também) |
Em Janeiro fomos viajar com a família do meu cunhado. Foi bom para distrair, renovar as energias, me desligar um pouco. Embora minha vibe pessoal seja bem mais algo do tipo campo & natureza, algo meio hoa hoa hoa (fãs de crepúsculo irão me entender, hahaha), meu marido e minha filha são bem mais água do mar e pé na areia. Mas tudo bem, é como diz aquela frase "lar é onde o seu coração está" então, estando com eles na praia ou no campo, tá tudo certo pra mim.
| Quem não tem kindle, lê com tablet mesmo 😂 |
Ah, em Janeiro Harumi ficou mais velhinha. Nem acredito que minha filha já está com 11 anos. Esse ano ela preferiu um passeio no lugar do bolinho tradicional (e confesso que pra mim foi uma ótima escolha, pois zero condições de arquitetar uma festinha com a casa ainda em obras).
E eu acho que foi isso... Com certeza teve vários outros pequenos acontecimentos, mas não consigo me recordar de tudo agora. Vou deixar aqui algumas fotos dos meses que se passaram, espero que gostem!
| Um domingo na liberdade |
| Meu grude |
| Pisos bonitos |
E como foi o primeiro mês de 2026 pra vocês?
❣
Life Diary #9 | Como assim já é Fevereiro?
11 de fevereiro de 2026
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| Nunca vou esquecer de ouvir minha música favorita enquanto chovia ♡ |
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| O chaveiro do Derpy veio pra casa com a gente ☺ |
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| Harumi também garantiu o poster do Jinu |
Life diary #8 | Um Resumão dos últimos meses
5 de setembro de 2025
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| Escreve, escreve, escreve |
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| Já posso participar do grupo de pessoas que só sabem tirar foto de gato? |
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| Um açaízinho, mesmo no frio, não é de se recusar |
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| Um manju sempre é bem vindo ♡ |
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| Montando um mini lego de dragão |
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| Cafézinho na casa da batian |
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| Comemorando 24 aninhos da irmã |
Photo Dump | Vida ordinária
20 de agosto de 2025
Vamos de indicação da semana? Assisti algumas coisas bem legais ultimamente, e vou dividir minhas opiniões com vocês:
Na categoria live action eu super recomendo "Como treinar o seu dragão". Eu comentei dele nesse post, mas foi algo mais pessoal. Quero mencionar aqui sobre os aspectos cinematográficos: achei simplesmente impecável. As cenas fiéis ao desenho aqueceram meu coração, como do primeiro toque do soluço no banguela. Lindo, lindo! Sem contar que achei muito legal manterem os dubladores originais do desenho no filme. Se eu fechasse os olhos, poderia jurar que era o desenho de 2010.
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| Como Treinar o seu dragão - imagem TMDB |
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| Um maluco no golfe 2 - imagem TMDB |
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| Twisted Metal - imagem TMDB |
Se você procura por um filme de fantasia, com bruxas e monstros, super recomendo "Nas terras perdidas" ou "In the Lost Lands". Comecei assistindo sem esperar muita coisa, porque foi um filme que deixei salvo na lista para assistir por acaso e não porque vi alguma indicação. No fim, foi uma grata surpresa, porque além de ótimos efeitos especiais, o plot twist no final é muito bom. Milla Jovovich e Dave Bautista estão incríveis!
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| Nas Terras Perdidas - imagem TMDB |
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| Um amor no paraíso - Imagem TMDB |
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| Estranhos do inferno - imagem TMDB |
Espero que gostem e depois voltem aqui para me dizer o que acharam ☺
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Indicando filmes & séries para o final de semana | Para todos os gostos
15 de agosto de 2025
Thomas Edison, ao inventar a lâmpada, disse: "eu não falhei. Apenas descobri 10 mil maneiras que não funcionam"
Mãe, eu sou um fracasso
11 de agosto de 2025
Quando eu assisti o desenho, anos atrás, eu super amei. Mas na época amei pelo desenho ser bonitinho, especialmente por causa do banguela (quem não queria ter um dragãozinho lindo como ele?). Nunca me peguei pensando demais em algum significado no desenho.
Mas eis então que saiu a live action. Quis assistir no cinema, mas não pude porque vida de adulto com muitos afazeres e pouca energia quando tem folga não deixou. Esperei sair na caixinha e foi o filme do final de semana passado. Não mudaram nada, é realmente fiel ao desenho pelo que eu me lembro (vi algumas pessoas criticando a mudança na aparência da Astrid, mas até então não achei que afetou a história).
E é engraçado como uma mesma coisa pode ter um significado totalmente diferente quando vista com outros olhos. A Emy que assistiu ao filme em 2025 se pegou em uma profunda divagação enquanto o filme ainda rolava: não seria eu, aos 34 anos de idade, uma versão do soluço, tentando desesperadamente ser e se encaixar em uma realidade comum aos outros, mas tão estranha para mim?
E qual realidade eu me refiro? A de que aos 30 e poucos somos adultos bem resolvidos, sem crises existenciais e com a lombar intacta. Ok, talvez a parte da lombar seja um pouco preocupante, mas vamos deixar esse assunto para um outro momento.
Eu sei que no fundo, no fundo, é algo que fica no nosso subconsciente, implantado lá atrás quando ainda éramos inocentes demais para saber que a vida nem sempre é uma coisa fácil. Quando eu era mais nova, jurava que aos 18 anos já teria minha casa própria e que aos 30 seria muito bem resolvida. (desculpa pequena Emy, mas não é bem assim que as coisas funcionam, sorry).
E no fim, acho que tá tudo bem né? No fim, Soluço lidou muito bem com quem ele era de verdade - e sem ninguém lhe dando apoio (pelo menos no começo), se pararmos para pensar. No fim, eu também acabei aceitando que não é tarde para encontrar o nosso caminho e aceitar que não somos iguais aos outros.
Como treinar o seu dragão | No fim, não era sobre dragões
31 de julho de 2025
Você vai ter sonhos. Todo mundo tem um sonho. Algumas pessoas vão conseguir realiza-los e talvez percebam que o sonho não era tão bom assim, mas pelo menos vai saber que tentou, enquanto outras passarão o resto dos seus dias pensando "e se". Algumas pessoas - pouquíssimas - irão torcer verdadeiramente por você nessa busca e algumas - provavelmente a maioria - estarão torcendo para dizer "eu te avisei que não ia dar certo."
Você vai descobrir que nem todo mundo é seu amigo de verdade. Muitas pessoas só vão te enxergar como amigo no momento favorável para elas, no momento em que tudo é fácil e alegre. Mas quando você estiver vulnerável, no seu pior momento, quase ninguém vai calçar seus sapatos e refazer o seu percurso, só irão apontar seus defeitos e dizer que você não merece uma segunda chance. E infelizmente, algumas pessoas irão te odiar quando você se afastar - você se tornou a vilã ingrata na história que eles irão espalhar para todo mundo.
Ninguém quer escutar seus problemas. Porque eles estão cheios dos seus próprios problemas e traumas e é muito mais fácil reclamar e praguejar do que conversar e procurar resolve-los. Se alguma coisa te chatear e você for contar o que te aflige, vão tentar te convencer que você está sendo dramática e infantil. E no fim você vai acreditar nisso e nunca mais vai falar sobre o que sufoca seu coração.
Não dá para salvar o mundo inteiro. Mas você vai querer. Vai querer que ninguém mais chore, que ninguém mais sofra, que não exista mais escuridão revirando o estômago das pessoas que você ama. Só que você não vai conseguir, não por falta de tentar, mas porque é humanamente impossível. E talvez você deva parar de se culpar por isso.
Haverá momentos dolorosos. Momentos em que você irá desejar sumir. Momentos em que seus demônios interiores irão te atormentar a ponto de ser impossível respirar direito. Não haverá ânimo, não haverá alegria, nada vai parecer bom. Você não vai se sentir boa ou bom o bastante. Ficará se perguntando "por que eu nasci?" ou "qual é o meu propósito nessa vida?". Haverá esse grande vazio te sondando por muito, muito tempo.
A vida é assim. Sem filtro, sem efeitos especiais, sem mágica.
Mas, ainda assim, a vida é boa. É boa porque existem pessoas que estão do nosso lado independente dos nossos defeitos e existem pessoas pelas quais movemos montanhas, rios e mares se for preciso. É boa porque Deus existe e escuta nossas preces - e quando falo de Deus, não estou falando sobre religiões. É sobre a força maior na qual seu coração acredita e confia. É boa porque existem motivos para que ela seja boa: o som do vento nas árvores, o cheiro de chuva, filhotinhos fofos, uma música, uma banda, um lugar.
Aprendi que a vida é como ela é: às vezes ruim, mas nem sempre ruim. Às vezes boa, mas nem sempre boa. Acho que no fim, só cabe a cada um de nós escolher como vamos vive-la.
Atenção: esse post está carregado de sentimentos próprios. Obrigada por ler até aqui ♥
A vida como ela é
9 de outubro de 2024
Sério, eu ainda fico abismada ao perceber que daqui 3 meses já vai ser natal. Pelos comércios vejo um mix muito doido de enfeites de Halloween e panetone, enquanto eu ainda pareço estar com um pezinho lá nas festas juninas.
| Plantinhas ♥ |
| Harumi se divertindo 😊 |
Em setembro continuei minha saga de consultas e exames, para tentar descobrir a causa da tosse insistente. E a novidade (que não é novidade) é que continuo sem um veredicto. Pelo menos agora as crises são raras, embora continuem se espreitando pelas madrugadas e vez ou outra me acordam.
No dia 15 teve um churrasco de despedida da minha irmã mais nova, que foi morar do outro lado do mundo. Isso me deixou um pouco abaladinha por alguns dias. Tem toda aquela preocupação por ela, de ficar pensando se vai se adaptar, se vai comer direito (eu sempre cuidei da minha irmã quando morávamos juntas, então é habitual ter esse tipo de preocupação maternal), mas ao mesmo tempo tem aquela sensação de orgulho, de "poxa, ela conseguiu realizar o sonho dela depois de tanto tempo!" e "minha irmãzinha cresceu e se tornou independente". O lado bom é que hoje em dia a comunicação é muuuuito mais rápida. Na época que meu pai estava no Japão quando eu era criança, só nos falávamos por telefone uma vez na semana e de vez em quando por carta (que demorava dias para chegar).
Eu ainda continuo um pouco travada em relação a tirar certos projetos do papel, mas já estou progredindo um pouquinho. É como diz aquele ditado, pequenos passos todos os dias. Graças ao Threads - sim, a rede social do Instagram que é tipo um twitter/x - eu passei a fazer um Daily Journal virtual, e com isso passei a fotografar um pouco mais. Também gravei vídeos no intuito de fazer vlogs, mas ainda existem muitas vozes internas que preciso calar para conseguir me desbloquear totalmente e finalmente reativar meu canal no youtube.
| Xodozinhos |
| Docinhos - o chocolate não é tão bom assim |
Em setembro acho que, o que mais ouvi foi "Cardigan", "The 1", "August", "Daylight" e "Willow" - todas da Taylor. E falando nisso, mal posso acreditar que mês que vem já vai fazer um ano que fui no show dela. Queria ir de novo, aliás.
De séries e filmes, posso dizer que assisti bastante coisa até - embora alguns doramas eu ainda não terminei. "Divertidamente 2" eu achei fofo, mas não melhor que o primeiro. Finalmente comecei a segunda temporada de "Casa do dragão" (tá difícil terminar, porque sempre acabo dormindo na metade de algum episódio). Também estamos acompanhando "Agatha desde sempre" e esse eu estou amando, embora Agatha seja a "vilã". "Armadilha" do M. Night Shyamalan é bom, mas não excelente - na minha opinião.
E eu acho que isso é tudo.
O que vocês me contam de bom?
❀

























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